Fiz da tua entrega
o meu templo, e nele
habito dia a noite.
Não há vestes, pois,
que nada se esconde.
Tudo é claro, exato.
O furor da paixão rasga
o tecido em pleno dominio
onde mora o frêmito.
Animal vivo, faminto,
Palpitação pulsante.
descontrolado o corpo alado.
E quando enrolas em mim
Torno-me azul emaranhado
em corpo aninhado.
Poema: Leonardo Macedo
Arte: Antonio Canova. Eros e Psique.

16 comentários:
Obrigado pelo comentário, Fernanda.
Um óptimo final de semana!
O enredo do dois.
que lindo... me apaixonei...
beijos e bom fds!
Caraca!
Ops, desculpe... rs
Muito muito bom gente!
Puxa!
Sem beijo, pois não se manda beijo com a boca aberta... rs
que lindo :')
Absolutamente romântico!
Um beijo.
Olá,Fernanda!
Bah!Linda poesia!!!!Intensa,ardente, visceral!!!
Beijos!
O furor da paixão que anseia os desejos.
É linda a arte.
Tão lindo texto!
Beijos!
Lindo, a foto caiu muito bem com o poema, lindo....
Beijo
descrevendo paixão em poesia .
Bjo
Vou repetir o comentário do Leo e deixar para você o meu carinho.
Um beijo
Denise
Obrigada pela visita.
Linda palavras.
Um abraço.
Poema inteiro.
sempre bom ler teus encantos poéticos!...
bjo de bom dia!
=)
Lindo tudo isso aqui! Preciso vir mais vezes.
O desenho no cabeçalho do mural: uma obra maravilhosa!
E quanto ao poema, é esse pulsar que faz a vida ter sentido e gosto. Sem ele, vamos morrendo, à míngua.
Suzana/LILY
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