sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Fiz da tua entrega 
o meu templo, e nele 
habito dia a noite.

Não há vestes, pois, 
 que nada se esconde.
Tudo é claro, exato.

O furor da paixão rasga 
o tecido em pleno dominio
onde mora o frêmito.



Animal vivo, faminto,
Palpitação pulsante. 
descontrolado o corpo alado.

E quando enrolas em mim
Torno-me azul emaranhado
em corpo aninhado.

Poema: Leonardo Macedo
Arte: Antonio Canova. Eros e Psique.


16 comentários:

PauloSilva disse...

Obrigado pelo comentário, Fernanda.
Um óptimo final de semana!

Anônimo disse...

O enredo do dois.

Rô disse...

que lindo... me apaixonei...
beijos e bom fds!

z i r i s disse...

Caraca!

Ops, desculpe... rs


Muito muito bom gente!

Puxa!

Sem beijo, pois não se manda beijo com a boca aberta... rs

Camila Lopes disse...

que lindo :')

Néia Lambert disse...

Absolutamente romântico!

Um beijo.

Vivian disse...

Olá,Fernanda!


Bah!Linda poesia!!!!Intensa,ardente, visceral!!!
Beijos!

Patrícia Vicensotti disse...

O furor da paixão que anseia os desejos.

É linda a arte.
Tão lindo texto!

Beijos!

Tati Lemos disse...

Lindo, a foto caiu muito bem com o poema, lindo....

Beijo

Daniela disse...

descrevendo paixão em poesia .

Bjo

Leo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Denise Portes disse...

Vou repetir o comentário do Leo e deixar para você o meu carinho.
Um beijo
Denise

Lunna disse...

Obrigada pela visita.
Linda palavras.


Um abraço.

Anônimo disse...

Poema inteiro.

Liza Leal disse...

sempre bom ler teus encantos poéticos!...

bjo de bom dia!
=)

Suzana Guimarães disse...

Lindo tudo isso aqui! Preciso vir mais vezes.

O desenho no cabeçalho do mural: uma obra maravilhosa!

E quanto ao poema, é esse pulsar que faz a vida ter sentido e gosto. Sem ele, vamos morrendo, à míngua.

Suzana/LILY