Cansada de ser vértice enferrujada de joelhos dessossados, hipnotizo a guilhotina fatiadora, mãe das ânsias horizontais, a retumbar com a lâmina lacrada a face desencantada que se desiludiu de mim.
Texto: Fernanda Curcio
Arte: Edward Hopper. 11 am, 1926.

10 comentários:
Hopper, pintor norte americano, representava em seus quadros a realidade da vida humana, colore a solidão contemporânea frente aos ambientes urbanos concentrando-se na subjetividade do homem perante o mundo. Modernização que traz consigo os males da vida moderna, como a depressão e a solidão. Consequencias fatais para o eu-lirico estático e gélido.
As palavras delineiam a tela, faz presente a melancolia que arrasta os homens ao mais obscuro dos quartos, aquele do qual a única saída é a porta da eternidade. Inquietantes e corrosivas, as artes comunicam entre si como os instrumentos de uma orquestra.
Leonardo Macedo
Há uma estranha beleza e harmonia que me encanta ... mas que não consigo comentar.
Belo!
Fernanda
Agradeço a sua visita Fernanda.
Um abraço pela perda da sua avó.
Beijo
de outra Fernanda a quem todos chamam Ná
Conhecendo seu blog já me encantei a primeira visita.
Tomei a liberdade de seguir você deixando convite para conhecer o meu blog.
Um feliz final de semana beijos..
Evanir..
Belo blog, que amor !
Estou voltando a utilizar o meu, hoje arrumei minha página de leituras, já tem uma postagem prontinha pra sair também, mas vou só postá-la quando puder interagir, talvez amanhã.
Beijossss...
Fernanda e Leonardo. A vida é um paradoxo entre o belo e o estranho. Gostei daqui. Muito obrigada pela visita e pela presença no Memórias Reveladas. Beijos e meu carinho.
Muito bom!
Um texto abraçado por um sentimento forte, achei lindo querida.
Beijo
Obrigada pela visita ao Eterno, gostei daqui, voltarei.
Beijos
Que lindo. Muito bonito aqui. Casamento de imagem e texto: ambos necessitam um do outro. Ficou surreal.
Um abraço.
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